"Se eu aplicasse a mim mesmo com a mesma severidade em que realizo julgamentos alheios, talvez já fosse santo. "
César Gabriel Calazans.
Palavras-chave: Brevidade, Finidade, Eternidade, Significado, Foco
Leitura Base: Salmos 39:4-5; 2 Coríntios 4:18
Frase de efeito: "Só se vive uma vez, mas se viveres certo, uma vez basta."
Irmãos, paramos hoje para contemplar uma verdade que, por vezes, preferimos ignorar: a efemeridade da nossa existência terrena. Somos como a flor que nasce e logo murcha, como a sombra que se alonga e logo desaparece. O salmista clama: "Quão frágil sou!". Essa consciência da brevidade pode nos lançar em um mar de melancolia, questionando o valor dos nossos dias. Se a vida é tão passageira, qual o real significado do nosso labor? Contudo, a fé nos convida a olhar além do véu temporal, para a luz da eternidade que reside em Deus. Como, então, racionalizar essa melancolia da transitoriedade à luz da eternidade que nos é prometida?
Desenvolvimento:
Tópico 01: A Consciência da Brevidade
Tópico 02: O Foco na Eternidade
Tópico 03: Racionalizando a Melancolia
Iustração:
A jornada do peregrino em "O Peregrino" de John Bunyan ilustra bem essa travessia. Cristão reconhece a fugacidade do mundo enquanto caminha rumo à Cidade Celestial, aprendendo a valorizar o eterno sobre o temporal.
Conclusão:
Irmãos, a sombra da transitoriedade pode nos envolver em melancolia, mas a luz da eternidade em Deus nos oferece uma perspectiva transformadora. Que possamos viver conscientes da brevidade da vida, investindo no que é eterno e encontrando nosso verdadeiro significado em Cristo.
"O mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." (1 João 2:17)
A afirmação de Jesus em Mateus 10:34: "Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada," ecoa através da história, desafiando interpretações superficiais de um Cristo meramente pacífico. Longe de ser uma figura apaziguadora a qualquer custo, a vinda de Jesus irrompeu em um mundo mergulhado em trevas, e essa irrupção, a própria manifestação da luz, inevitavelmente gerou conflito em múltiplos níveis, conforme observamos.
Primeiramente, essa guerra é literal no mundo espiritual. A chegada de Jesus marcou um confronto direto com as potestades das trevas. Suas libertações (Marcos 1:23-26, Lucas 9:38-42) não eram meros atos de cura, mas demonstrações de um poder superior confrontando e subjugando as forças malignas que oprimiam a humanidade. Essa batalha invisível, mas real, estabeleceu Jesus como o libertador, quebrando o domínio de Satanás.
Em segundo lugar, a paz que Jesus oferece instaura uma guerra dentro do interior do homem. A luz da verdade divina expõe as obras da carne, e a decisão de seguir a Cristo exige uma ruptura com a velha natureza. Como Paulo descreve em Romanos 7, há uma luta constante entre o querer e o não conseguir, entre a lei da carne e a lei do espírito. A aceitação da paz de Deus não elimina essa batalha, mas capacita o indivíduo a lutar contra suas próprias inclinações, buscando uma transformação interior que o alinhe com a vontade divina. Essa é a essência da exortação em Judas 1:3 para "batalhar pela fé" – um esforço contínuo para manter e viver a verdade do Evangelho em meio às contendas internas e externas.
Finalmente, a vinda de Jesus também gerou conflito com aspectos do sistema da época, especialmente no que tange à adoração e aos valores. Embora Jesus instruísse a dar a César o que lhe era devido (Mateus 22:21), a fé cristã inevitavelmente entrava em choque com a cultura romana em relação à adoração das divindades imperiais, às festas pagãs repletas de orgias e aos entretenimentos políticos. O cristão era chamado a viver como um cidadão terreno cumpridor de seus deveres, submisso às lideranças, mas também como um cidadão celestial, negando o estilo de vida romano em seus prazeres e regalias. A inevitabilidade não era a queda imediata de Roma por uma revolução cristã, mas sim a eventual transição de impérios terrenos, como profetizado na visão de Daniel sobre a rocha que destrói a estátua (Daniel 2:31-45), contrastando com a eternidade do Reino de Cristo.
Jesus não incitou a violência sanguinária, mas a própria revelação da luz causa incômodo. Aqueles que amam as trevas se retraem diante da luz (João 3:19). A necessidade de sair da inércia, de mudar de direção em resposta à chamada de Cristo, gera um conflito interno e, muitas vezes, externo. A verdade lançada é como pão sobre as águas, produzindo reações diversas: alguns se aproximam da luz, enquanto outros se entrincheiram nas trevas (Apocalipse 22:11). Essa dinâmica de conflito e divisão acompanha a revelação divina desde o princípio: a inimizade entre a serpente e a mulher (Gênesis 3:15), Caim contra Abel (Gênesis 4), o choque entre os filhos de Deus e os filhos dos homens (Gênesis 6), Israel contra o Egito (Êxodo).
Portanto, é tempo de abandonar uma visão excessivamente edulcorada de Jesus. Sua paz não era passividade diante da injustiça ou conivência com o erro. Ele confrontava a desigualdade, a hipocrisia, a dúvida e a descrença com clareza e firmeza, debatendo arduamente com seus opositores. Seja questionado sobre sua autoridade, confrontando possessões demoníacas, curando doenças ou até mesmo diante da morte, Jesus se manteve firme, demonstrando seu poder e sua verdade diante de testemunhas oculares.
A paz que Jesus traz, portanto, não é a ausência de conflito, mas a vitória sobre as causas últimas do conflito: o pecado e a morte. Essa vitória, contudo, muitas vezes se manifesta inicialmente como uma espada que separa, que expõe as trevas e chama cada indivíduo a tomar uma posição na batalha pela fé.
Esboço para pregação:
Tema: Da nudez
do pecado, as vestes brancas de louvores.
Leitura: Então foram
abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de
figueira, e fizeram para si aventais. Gênesis 3:7
Fez o Senhor Deus vestimenta de pele para Adão e sua mulher
e os vestiu. Gênesis 3:21;
O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira
nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante
de meu Pai e diante dos seus anjos. Apocalipse
3:5
Pergunta: Qual a é a serventia das vestes em geral?
Aquecer, cobrir partes, identificação de setor ou ramo em que trabalha, proteção,
conforto, Stilo e Expressão cultural; Função Social (protestos, apoio e
celebrações festivas como halloweens e festas temáticas, modéstia, função
religiosa (burca, sabatina, estola sacerdotal etc. e ainda para propósitos específicos
como (Para roupa de mergulho, roupas de astronauta, roupagens de guerra para
camuflagem), até definição de classes sociais e status hoje.
Frase: "A sociedade veste seus membros com a roupa da
conformidade" Ralph Waldo Emerson.
Momentos históricos importantes:
a) "A púrpura de Roma não apenas vestiu imperadores,
mas moldou um império de poder e distinção."
b) imposição de vestimentas específicas em movimentos
sociais ou regimes: Por exemplo, o uso da braçadeira amarela pelos judeus
durante o Holocausto.
c) Décadas de 1930 e
1940: O jeans começou a ser visto além do vestuário de trabalho, simbolizando
resistência e sendo associado à classe trabalhadora. Filmes de westerns com
atores como John Wayne ajudaram a popularizar o visual do jeans. Durante a
Segunda Guerra Mundial, soldados americanos usavam jeans em seu tempo livre, o
que ajudou a disseminar a peça globalmente após o conflito. A "revolução"
da minissaia nos anos 1960.
d) A Túnica sem costura de Jesus sobre os quais os soldados
romanos tiraram sorte para não rasgarem (João 19:23-24).
Introdução: A tentativa feita pelo homem e a mulher
de cobrir-se de folhas de figueira após o pecado, era tão inadequada como a desculpa
que eles deram para o pecado. As folhas de figueira representam as frágeis
ideias das falsas religiões na tentativa de expiar o pecado humano. O texto
sagrado diz que “Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e a sua mulher
e os vestiu”. Somente Deus, o Alfaiate Divino, é que pode preparar as
vestimentas adequadas para fazer a propiciação pelos pecados da humanidade. Somente
Deus, o Alfaiate Divino, é que possuí o modelo da redenção, e pode vestir o
homem e a mulher com as vestimentas apropriadas para o ambiente do paraíso.
1)
As Vestimentas da Redenção;
1.
O Pecado deixou o homem despido e envergonhado,
diante de Deus. Porém devido a sua infinita misericórdia, o nossos Deus Fez “vestimentas
de peles”, o que pressupõe a morte de um animal; o qual, pode ter sido um
cordeiro. E é interessante notar que
Apocalipse registra (talvez não simbolicamente a respeito do cordeiro morte desde
antes da fundação do mundo). “no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde
a fundação do mundo”. Apocalipse 13:8; providenciando as vestimentas de
redenção humana. João Afirma que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado
do mundo (João 1:29); Seria consciência ou mero acaso esses eventos? Eu acredito
que não. Em Jesus, Deus proveu as vestimentas da nossa redenção:
2.
Em Gênesis 49:11 Contexto Histórico: Este
versículo faz parte da bênção profética de Jacó sobre seus filhos. Aqui, ele
abençoa Judá, prevendo um futuro de grande prosperidade e abundância para sua
tribo, simbolizada pela facilidade com que se encontraria vinho (ao ponto de
lavar roupas nele). Historicamente, a tribo de Judá se tornou a linhagem real
de Israel, da qual veio o rei Davi e, mais tarde, Jesus Cristo. Aplicação
Espiritual: Espiritualmente, a abundância de vinho pode simbolizar a
riqueza das bênçãos de Deus e a alegria da salvação. A imagem de lavar as
vestes no "sangue das uvas" é frequentemente interpretada como uma
alusão ao sacrifício de Jesus, cujo sangue purifica e redime. Assim, o
versículo aponta para a provisão abundante de Deus e a redenção através de
Cristo, que veio da tribo de Judá. E no seu sangue nossas vestiduras foram
lavadas (Apocalipse 22:14)
3.
Em Isaías 61:3 ³ A ordenar acerca dos tristes de
Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes
de louvor em vez de espírito angustiado; O Senhor promete vestir o seu povo com vestes
de louvores.
4.
Em Isaías 61:10 Regozijar-me-ei muito no Senhor,
a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de
salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo
se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas
joias. Ele nos cobriu com vestes de
salvação e nos cobriu com manto da justiça;
5.
Em Apocalipse 3:5 registra que o crente vencedor
será vestido de vestidura brancas, e de modo nenhum terá o seu nome apagado do
Livro da Vida.
6.
Em Apocalipse 19:8 Registra que a Noiva de
Cristo será vestida de linho finíssimo, resplandecente e puro.
2. As Vestimentas da Redenção devem
permanecer limpas.
1. Quem proveu as vestimentas da redenção foi o Senhor.
Porém, cabe aos crentes redimidos manterem suas vestimentas limpas. Em êxodo
19:10 Deus ordenou ao povo que purificassem suas vestes.
2. Em êxodo 19:14 Moisés consagrou o povo e eles lavaram as
suas vestes.
3. No Salmos 132:16 Deus Prometeu vestir de salvação os seus
sacerdotes.
4. Em Eclesiastes 9:8 as nossas vestes devem ser sempre
alvas
5. Em Zacarias 3:4 as vestes sujas de Josué foram trocadas
por vestes limpas e apropriadas para um homem de Deus.
6. Em Apocalipse 3:4 , os crentes que não contaminaram as
suas vestiduras, andarão de branco com Cristo. .
7. Em Apocalipse 22:14, os crentes redimidos já lavaram e alvejaram
suas vestimentas no sangue do Cordeiro.
3. Despindo o Velho e Vestindo o Novo:
"Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes
do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo, que se renova para
o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou" (Colossenses 3:9- 10).
“a despojar-vos, quanto ao trato passado, do velho homem,
que se corrompe pelas concupiscências do engano;" (...) "e a vos
revestir do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e
santidade." (Efésios 4:22 e 24).
3.1 Assim como trocamos de roupa, a vida cristã implica uma
mudança radical de comportamento e mentalidade.
3.2 "Despir o velho homem" significa abandonar as
práticas pecaminosas, os hábitos destrutivos e a velha natureza corrompida pelo
pecado. Colossenses 3:9 nos exorta a abandonar a mentira, um dos
"feitos" desse velho homem. Efésios 4:22 detalha que esse velho homem
se corrompe pelas concupiscências do engano.
3.3 "Vestir o novo homem" é revestir-se das
qualidades de Cristo, buscando a renovação do nosso entendimento e vivendo em
justiça e santidade. Colossenses 3:10 nos diz que esse novo homem se renova em
conhecimento segundo a imagem de Deus. Efésios 4:24 enfatiza que esse novo
homem é criado segundo Deus em verdadeira justiça e santidade.
Esse processo não é um evento único, mas uma jornada
contínua de transformação, onde progressivamente abandonamos o velho e nos
conformamos à imagem de Cristo.
Conclusão: O Senhor já nos vestiu de vestes de
salvação, e já nos cobriu com o seu manto de Justiça. Permaneçamos, pois,
vestidos com as vestimentas que o Senhor nos vestiu, a fim de que quando o
senhor vier, não nos ache despidos espiritualmente.
“ Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que
vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas
vergonhas”. Apocalipse 16:15
ILUSTRAÇÃO: Existia um imperador tirano e vaidoso que
executava qualquer pessoa que lhe apontasse sua menor falha, dois viajantes vigaristas
sabendo da vaidade do imperador e resolveram lhe enganar, fingindo serem
tecelões e afirmando que poderia tecer uma roupa com uma linha especial, que seria,
no entanto, invisível para pessoas incompetentes ou impuras em suas
ações (sabendo que ninguém falaria do imperador, com medo de serem executados).
O imperador e seus cortesões pegam a roupa imaginária e fingem admitira-la (não
admitindo para não serem descobertas), ao sair sem roupas nas ruas, porém: Uma
CRIANÇA declarou:
- O IMPERADOR ESTÁ SEM ROUPAS!
"A Roupa Nova do Imperador" de Hans Christian
Andersen – escritor de dinamarquês de contos de fadas.
O Conto denúncia a hipocrisia, a cegueira coletiva, o poder
da inocência e da verdade.
"A Roupa Nova do Imperador" de Hans Christian
Andersen – escritor de dinamarquês de contos de fadas.
Em apocalipse 3:18 João utiliza da mesma metáfora para a
igreja de Laodiceia e afirma: aconselhe-te que compre e roupas brancas, para
que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez.
Esboço para pregação:
Introdução á Soteriologia
Leitura: João 6:37-40; Romanos 3:21-31;
Soteriologia:
Doutrina da Salvação, como revelada na Bíblia e formulada por um estudo
indutivo das Escrituras. Pelo menos três teorias da salvação são
particularmente importantes:
Duas teorias foram
levantadas a respeito desta compreensão:
Idealista da Expiação: Adão tomou parte de uma forma
transtemporal de uma humanidade que existia no paraíso antes da criação do
homem. Mas com sua queda Ele contaminou a si como todos os demais seres
viventes, incluindo a Cristo que fez parte deste grupo contaminado “um pecador
entre pecadores”. Mas superou o pecado com seu modo viver e purificou tanto a
si quanto todos demais.
Os problemas desta teoria:
1) Cristo em momento algum jamais foi pecador.
2) Um pecador não pode redimir outro pecador.
3) Tal teoria leva a ideia de Universalismo, onde todos serão salvos, sem
condenação ao inferno.
A Teoria Governamental: Apresenta Deus como um governador
Moral que age a favor do melhor interesse dos seus súditos, Logo Entende-se que
Deus perdoa o pecador por causa do seu amor, sem conexão com uma justificativa
lógica ou uma verdadeira satisfação. A morte de Cristo é vista como um
pagamento aceitável ao invés de um verdadeiro sacríficio para satisfazer a
justiça Divina.
O Problema desta
teoria:
1) Ela nega a
necessidade da Morte de Cristo, aceitar tal teoria qualificado qualquer indivíduo
para morrer pela remissão dos pecados de todos os seres humanos desde que convencidos
do seu pecado e necessidade de arrependimento.
Então no que
acreditar?
Na visão da autoridade Total: Creiamos que a
Salvação é a obra completa de Deus que consiste em trazer os homens do estado
de pecado ao estado de Glória através de Jesus Cristo, o Deus-homem. No estado
anterior, o homem está espiritualmente morto e sujeito a ira divina. Neste último,
ele está sob a graça de Deus, e experimentando a vida Eterna.
A salvação é um
presente completo a ser desfrutado pelos verdadeiros crentes em Cristo, a
oferta de si mesmo que foi feita por Deus através de seu Filho.
No Antigo Testamento,
a raiz mais importante para o termo é “yasha”, que significa liberdade daquilo
que prende ou restringe. Portanto, o verbo significa soltar, liberar, etc., portanto
os vários substantivos derivados desta raiz significam tanto o ato de libertar
quanto o de resgatar, além de transmitir o estado resultante de segurança, bem-estar
e de vitória sobre os adversários. O particípio deste verbo é a palavra
traduzida como Salvador “mashia” da qual vem nome “Josué” e sua forma grega
Jesus. Ambas significam “Yah(weh) salva” , Javé é Salvação ou Jeová é Salvação.
No novo testamento o
verbo grego mais comum são “soter” - “salvador”, “soteria” – “Salvação”.
Portanto soteria algumas vezes pode ter o sentido de cura, recuperação,
remédio, resgate, redenção ou bem-estar (tudo vai depender do contexto e
passagem bíblica da aplicação ou do objeto de estudo). Sozo significa a ação ou
resultado da libertação ou preservação do perigo, das doenças ou da morte.
No cristianismo o
verbo passou a ser utilizado com significado de salvar uma pessoa da condenação eterna e conduzi-la a vida eterna.
A Salvação traz a Justiça de Deus para o
homem, quando este cumpre a condição de ter fé em Cristo. A salvação baseia-se
na morte de Cristo para Remissão dos
pecados de acordo com os justos requisitos de um Deus Santo e Abençoador.
As bênçãos da salvação incluem
basicamente, a redenção, a regeneração, a santificação, a reconciliação,
a propiciação, a expiação, a imputação a justificação,
a eleição, a ressureição e por fim a glorificação.
a)
A
Redenção significa a completa
libertação através do pagamento de um resgate.
b)
A
Regeneração é o processo instantâneo
da libertação do domínio do pecado de sobre o converso.
c)
A
Santificação é o processo gradual de
compromisso que o converso assume de separar-se do pecado, mediante o auxílio e
ajuda do Espírito Santo.
d)
A
Reconciliação significa que por causa
da morte de Cristo, o relacionamento humano com Deus foi modificado de um
estado de inimizade, passando a um estado de comunhão.
e)
A
Propiciação significa que a ira de
Deus foi retirada através da oferta de Cristo.
f)
A
Expiação significa crer na oferta
apresenta por Cristo como suficiente para levar a culpa de todos os culpados
que tiveram as consequências de seus pecados aplicadas em Jesus.
g)
A
Imputação significa que todos os
males a ser sofrido pelo pecador arrependido são designados, herdadas em Cristo.
(Cristo herda do pecador os males que haviam de lhe causadas). (O Pecador herda
de Cristo suas bênçãos atemporais e eternas como a salvação).
h)
A
Justificação significa que os antes
indesculpáveis em Deus mediante a sua justiça, agora são justificados,
desculpados tidos como justos mediante o sacrifício de Jesus.
i)
A
Eleição implica na separação dos
salvos, chamados por Deus e encontrados por Jesus, elegidos para serem salvos.
j)
A Ressurreição é o estado futuro de
aguardo e conforto para os que “morreram em Cristo” e aguardam pelo dia da
Grande ressurreição, estes serão ressuscitados e redimidos em um corpo de
glória, diferente dos que ressuscitarão para serem julgados;
k)
A Glorificação é O processo que está
prometido somente para os salvos em Cristos Jesus e que guardaram a promessa da
salvação.
Quando uma pessoa crê
no Senhor Jesus Cristo ela é salva, e assim já está redimida, reconciliada e
limpa. Além disso a salvação é também progressiva. E o homem precisa da obra
santificadora do Espírito Santo no aperfeiçoamento de sua salvação. Além disso,
a salvação em sua plenitude, deverá ser realizada no futuro, quando Cristo
volta.
A necessidade da
Salvação é encontrada na natureza pecaminosa do homem. A punica condição para a
salvação é a fé. E esta é tanto um dom de Deus quanto uma responsabilidade do
homem. A responsabilidade do homem Salvo é viver uma via com Deus, separado do
mundo e na antecipação da futura consumação de sua esperança. O crente recebeu
o Espírito Santo como adiantamento ou um penhor (pagamento inicial, entrada de
um financiamento, etc.) De sua salvação.
Duas outras bênçãos estão
reservadas para o futuro: a remoção completa da natureza caída e o recebimento
do corpo da ressurreição. Paulo explica que ela nos será concedida por ocasião
do retorno de Cristo, quando Ele removerá a maldição que foi colocada sobre os
homens e sobre a natureza após a queda de Adão.
Conclusão: Ao pecar no Jardim, Adão como representante
total da raça humana imputa aos seus descentes o pecado original. Cristo como
Segundo Adão, assumiu uma verdadeira natureza humana; mas nenhum pecado lhe foi
imputado uma vez que ele não tinha pai Humano, tendo sido concebido pelo Espírito
Santo. (Conforme o credo dos Apóstolos). Ele foi nascido de mulher, sob a Lei,
para remir os que estavam debaixo da Lei.
Ele veio ao mundo por
meio de uma virgem, nasceu livre de todos os pecados, de modo que ele como
homem perfeito, pode em primeiro lugar cumprir perfeitamente a lei de Deus e
então morrer sob o castigo da lei infringida pelo homem, carregando os nossos
próprios pecados em seu corpo na cruz. Ele agiu como um representante de todos
aqueles que escolheram aceita-lo como seu Salvador pessoal. Embora o pecado de
Adão seja imputado diretamente a toda a sua posteridade, a justiça de Cristo é
imputada somente aqueles que individualmente decidem aceita-lo como o seu
sacrifício substituto e redentor.
O grande objetivo
desta mensagem, não é apenas expor conceitualmente o que é a Salvação, mas
fazer você refletir sobre a pergunta: Eu sou salvo?
Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e
perder a sua alma? Marcos 8:36
O mais importante, não é ter a resposta desta pergunta neste momento, mas
ter ciência que independe de qual seja a sua resposta para ela, ainda há tempo
para a sua salvação.
Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de
maneira nenhuma o lançarei fora.
Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a
vontade daquele que me enviou.
E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos
aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia. Porquanto
a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê
nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. João
6:37-40
A salvação do homem sempre foi da vontade de Deus por meio da graça e da
perseverança dos salvos a santificação por meio da fé.
Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo. Mateus 24:13
Homens como: Agostinho,
Lutero, Wesley e outros, tiveram um contato e uma experiência divina ao terem
acesso ao conteúdo da Epistola de Romanos, não uma experiência qualquer, mas a
experiência da conversão para a salvação, o conhecimento que produziu a esperança. Em uma escala menor, coisas
semelhantes podem acontecer conosco, se permitirmos que as palavras desta
Epístola cheguem vivas às nossas mentes e aos nossos corações, pelo poder do
Espírito Santo.
DEFINIÇÃO: O termo esperança, em grego, elpis, designava a atitude de quem espera ou
aguarda qualquer acontecimento, alegre ou triste, feliz ou infeliz
Em Hebraico Os substantivos miqweh (Jr 14.8; 17.13; 50.7) e tiqwah esperança (Sl 71.5; 9.19; 62.6; Jr 31.17) tem como
sentido esperar, aguardar ansiosamente
E para
o cristão a expressão máxima está relacionada a sua fé.
Quatro verdades que podemos encontrar ao estudar Romanos 5:
1) Temos paz com Deus, 1;
2) Temos acesso à sua graça, 2;
3) Temos alegria na esperança da glória, 2;
4) Seremos salvos por meio da sua vida, 9-11.
DESENVOLVIMENTO:
5:1 – a) Ao tratar da excelência da doutrina da
Justificação, Paulo aborda que ela deve ser concretizada através da ação da Fé
(Esperança).
E a doutrina da
Justificação é tão extraordinária que, ao realizarmos uma análise minuciosa nos
escritos de Paulo, identificamos que ela não trata apenas sobre perdão e
absolvição da culpa do pecado; ela
também traz dentro de si a esperança da glória de Deus e a promessa da salvação
final (9-10);
Paulo descreve com
precisão que a justificação produz a instante vontade do início de um progresso
moral (Santificação) para “termos paz
com Deus”, mas a ênfase desta passagem é a glória futura e a salvação final
daqueles que continuam em paz com
Deus por nosso Senhor Jesus Cristo (O motivo da nossa esperança).
O teólogo Godet
levantou o seguinte questionamento a respeito do ensino desta doutrina:
Paulo volta a sua atenção para o futuro que se abre para a alma
justificada. O seu objetivo não está em uma posição final: há uma sucessão
de tentações e lutas à sua espera. Este estado de justificação será
suficiente para mantê-la, até que ela possa chegar à salvação final? A
apreensão da ira divina existe nas profundezas do coração humano. Uma
transgressão é o bastante para reavivá-la. Qual justificado não fará, de vez em
quando, a ansiosa pergunta: Será que a sentença pela qual a minha fé me foi
imputada para justiça ainda será válida no julgamento? E no dia da ira (v.
9), será que esta salvação pela graça, na qual eu me alegro agora, ainda
existirá? E todos tememos esta resposta”
b) Justificar é ter um motivo plausível para se ver livre
de uma determinada obrigação.
Por exemplo, O aluno
faltou a aula com a apresentação de um atestado médico que justificou a sua
ausência, logo o aluno obteve a autorização de um órgão competente para
isentá-lo da obrigação de assistir á aula daquele dia.
Portanto identificam-se
como sendo:
O Justificador: Jesus
A causa da Justificativa: Sua morte / sacrifício
A quem está sendo justificado (por quem foi preferido a sentença?): Deus
Obrigação / condenação: A morte Eterna em detrimento ao pecado original;
Ação de escopo: A fé
Tempo de ação ou data da aplicação da sentença final: Futura, aguardada através
da esperança.
Por isto Paulo
Aconselha: “Vamos conservar ou aproveitar a paz com Deus que obtivemos por meio
de nosso Senhor Jesus Cristo”.
5-2) “Temos entrada” Quando um condenado vai
a julgamento, geralmente ele não comparece só perante o tribunal, ele está
acompanhando de Advogado (seja contratado ou fornecido pelo estado) O Advogado
não tem apenas o papel de interlocutor ou representante, ele é qualificado para
estar ali, dependo do grau de representação, ele se qualificou em uma Universidade,
realizou a sua dura inscrição na OAB, quando necessário realiza uma
especialização, logo o réu se ver representado e com direito a entrada diante
do corpo do Júri.
Logo, Cristo é o “introdutor”
que torna o justificado, digno a absolvição em um julgamento justo, e o
introduz a entrada da liberdade, paz com Deus, a sua Graça;
Está ação produz firmeza (confiança) , Calvino comenta:
“A razão, não apenas para o surgimento da esperança da vida que há de vir, mas
também para a nossa ousadia em participar dela, é a que temos no alicerce
seguro da graça de Deus.
Neste contexto,
observa-se que a esperança produz, alívio, alegria, sentimento de inocência e
falta de culpa, abandono do pecado, e o aguardo nas promessas de Deus.
5-3) No entanto Paulo
ressalta pelo menos algumas verdades.
1º) A esperança não nos priva de uma vida de
sofrimentos e dificuldades;
2º) A esperança não alivia a dor das nossas batalhas terrenas;
3º) A esperança separa cristãos imaturos de cristãos verdadeiros;
4º) A esperança nos molda ao interesse de Deus;
5º) A esperança será usada por Deus, para tornar cristãos seres humanos
melhores.
Pois qual cristão há de confessar ter esperança
em Deus, se murmurar das tribulações
ou alegar não suportá-las?
Qual cristão alegará
ter esperança em Deus, sendo impaciente,
ansioso ou desconfiado da provisão divina?
Qual cristão creditará
sua infantilidade diante das agruras da vida, queixando-se da ausência
do dom de Deus?
5-4) Paulo
é sincero e não omisso ao dizer que: a tribulação produz a paciência, E a
paciência a experiência, e a experiência a esperança.
Ressalta-se que está registrado :
“no mundo tereis aflições” João 16:33
“aquele que perseverar até ao fim, esse será
salvo”. Mateus 24:13
É difícil
terminar uma atividade, principalmente que requeira a vida inteira, mas será
que não vale a pena servir a Deus durante nossa expectativa de vida neste
mundo, e após receber suas recompensas ETERNAS?
Como temos a esperança de sentir a glória de Deus, vamos
também nos gloriar nas tribulações. Longe de sermos destruídos por estas
experiências, elas deveriam fortalecer a nossa esperança. Quando aceitamos o
acontecimento destas tribulações, elas resultam em paciência, e em uma força ou
perseverança disciplinada. A tolerância alegre e pacientemente traz a
experiência, isto é, testa e fortalece o caráter, que por sua vez torna
possível que tenhamos uma esperança mais vigorosa do que aquela que poderíamos
ter de outra maneira.
5-5) a esperança não traz confusão “não engana”, “não é ilusória”.
não temos medo de ser
desapontados - “porque o amor de Deus foi derramado em nosso coração pelo
Espírito Santo que nos foi dado”. “Nós esperamos receber a glória de Deus, porque
já recebemos o amor de Deus. A esperança é, assim, mais do que esperança; é a
esperança que já começa a se realizar”.236 O amor de Deus (he agape tou theou)
não é o nosso amor por Deus, mas sim o amor de Deus por nós (cf. 1 Jo 4.10,16).
Mas este amor não é simplesmente um fato que reconhecemos a respeito de Deus. E
a realidade de Deus “derramada em nosso coração”. Como a natureza do próprio
Deus é agape, ao nos dar agape Ele compartilha conosco uma parte da sua própria
natureza. É neste ponto que o conceito da justificação “entra na esfera da
experiência moral”.
1) A
esperança de fornece, certeza esclarecimento, entendimento, discernimento.
2) A esperança Confirma o Amor de Deus por você.
3) A esperança permite que você experimente nas entranhas do seu ser espiritual
a ação do amor de Deus.
4) A esperança lhe ajuda a manter um relacionamento direto e contínuo com o
Espírito Santo de Deus
CONCLUSÃO:
A esperança é sem dúvida uma das três virtudes
teologais, conforme é possível comprovar em 1 Coríntios 13:13: "Assim,
permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém,
é o amor."
Também é
possível verificar que a esperança está relacionada com a fé, de acordo com
Hebreus 11:1: "Ora, a fé é a
certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos."
Em Jeremias
29:11, podemos ver que Deus quer que o Seu povo tenha esperança: "Porque
sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de
fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um
futuro."
Para um
cristão, ter esperança é saber que apesar das dificuldades que o cristão
enfrenta nesta vida, que o melhor ainda está por vir.
Em resumo, a esperança será para os dias finais
o Sentimento
que levará o cristão a olhar para o futuro, considerando-o portador de
condições melhores que as oferecidas pelo presente, de tal sorte que a luta
pela vida e os sofrimentos que são enfrentados como contingências passageiras
na marcha para um fim mais alto e de maior valor, será a virtude
sobrenatural, que levará o cristão a desejar a Deus como bem supremo.
Ora, o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz na
vossa fé, para que abundeis na esperança pelo poder do Espírito Santo.
Romanos 15:13
Por César Gabriel Calazans da Silva
Matozinhos 05/02/2022
Leitura: O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na
adversidade. Provérbios 17:17
Introdução: Que a sociedade moderna insiste a
todo momento descredibilizar os valores cristão, já não é mais novidade; O que
anteriormente era planejado de forma oculta, hoje é em dia é anunciado como uma
“guerra fria” declarada, ensinamentos que colocam em cheque os valores
cristãos, como a deturpação de todas as formas de amores em suas esferas, seja Ágape (Amor perfeito e
incondicional de Deus) , Amor Eros (Amor romântico da relação íntima entre homem e mulher), Amor Storge (Amor pelos
familiares e pessoas próximas) e o Amor Philia: (Amor fraternal entre
pessoas).
Mas a indagação que
eu gostaria que você refletisse hoje é: Se todos nós vivêssemos exatamente como o mundo
(sistema) deseja qual seria o sentido de nossas vidas? Se vivêssemos exatamente como eles desejam, sem valores, sem princípios e
sem regras para realizarmos nossas vontades “livremente”. Nossa racionalidade
humana seria tão útil quanto a de um animal que pasta no campo, teria um significado
de via tão valorosa como os grãos da terra, seríamos tão distintas como os
grãos de areia de uma praia ou tão ativos quanto um exército de cadáveres.
(Pausa para um momento de reflexão).
Mas o nosso motivo de esperança é
que Deus é a razão da nossa existência, e somente ele pode dar sentido; Ele
cria do pó da Terra os seres humanos (Gênesis 2:7) , do exército de
mortos ele traz a ressureição com vida e propósito (Ezequiel 37:3-15) e dos
meios dos grãos de areia Ele pode chamar um homem simples e sem fé para
estabelecer uma aliança, um relacionamento, uma história de um Deus e Seu povo
(Gênesis 15:5).
Desenvolvimento:
Em 1971 John Lennon e Yoko Ono , escreveram a
letra da Música “Imagine” que sem dúvida é a filosofia mundial ensinada pelo
Governo da nova era, pelo tempo da apostasia, no conteúdo desta canção você
encontra trechos como:
Imagine
não haver o paraíso
É fácil
se você tentar
Nenhum
Inferno abaixo de nós
Acima
de nós, só o céu
Imagine
todas as pessoas
Vivendo
o presente
Imagine
que não houvesse nenhum país
Não é
difícil imaginar
Nenhum motivo
para matar ou morrer
E nem
religião, também
Imagine
todas as pessoas
Vivendo
a vida em paz
Você
pode dizer que eu sou um sonhador
Mas eu
não sou o único
Espero
que um dia você junte-se a nós
E o
mundo será como um só
Imagine
que não ha posses
Eu me
pergunto se você pode
Sem a
necessidade de ganância ou fome
Uma
irmandade dos homens
Imagine
todas as pessoas
Partilhando
todo o mundo
Esta música Vendeu 1,6 milhões de cópias somente no no Reino Unido, e alcançou o primeiro
lugar após a morte de John Lennon em dezembro de 1980. A Broadcast Music
Incorporated nomeou "Imagine" como uma das 100 músicas mais tocadas do
século 20.
Sua aceitação mundial, prova como espirito da Apostasia opera
nos filhos da iniquidade, um mundo subordinado e sem resistência política,
religiosa ou filosófica. O Fim da moralidade nos relacionamentos.
Deus, em sua onisciência, sabia
que os laços de relacionamentos, seriam fundamentais para que o ser humano não
perdesse ao longo do tempo a sua sanidade, não seria por subordinação nem por
imposição que ele se voltaria para Deus, seria por amor. Então Deus arquitetou
um plano de Amizade, que venceu o Espaço e Tempo;
Deus tinha um relacionamento
de Soberania com Lúcifer, e todos os demais seres de sua criação
Mas com os seres humanos Deus tinha uma amizade de Semelhantes com Adão, aponto
de lhe autorizar administrar sua criação, governar o mundo e lhe fornecer uma companheira,.
Abel teve
Amizade Sacrificial com Deus, onde ao oferecer os sacrifícios a Deus, aceitava
de bom grado.
Sete tinha com Deus uma amizade de Restituição aos seus pais pela Perda de Seu irmão.
Enos Teve uma amizade de busca intensa a Deus;
Enoque teve uma amizade de aproximação Com Deus;
Abrão teve uma amizade de Confiança / Crença
em Deus;
Isaque teve uma amizade de Entrega a Deus;
Israel (Jacó) teve uma amizade de Identificação e significado em Deus.
Moisés teve uma amizade de Liderança, Libertação e Doutrinação com a orientação
de Deus;
Josué Teve uma amizade de valentia e conquistas concedidas por Deus;
Samuel Teve uma amizade de Justiça e espiritualidade com Deus;
Davi teve uma amizade Real (de realeza), poética e em conformidade a vontade de Deus;
Salomão teve uma amizade Sábia com Deus;
Elias teve uma amizade Profética, Santificadora e expurgadora do mal de Israel
(a idolatria);
Isaías teve uma amizade messiânica apaixonante;
Jeremias teve uma amizade de Esperança e Fidelidade;
Daniel teve uma amizade de Pureza e fidelidade até a prova da morte;
Malaquias teve uma Amizade justa diferente dos ímpios.
E no momento mais caótico da humanidade
(no período Inter bíblico) de silêncio por 400 anos, Deus celebra o pacto de
sua amizade, (na adversidade Deus enviou o seu filho que se torna irmão dos
seres humanos, através de grandes sacrifícios);
Deus inicia sua ação
enunciando “paz” (sentimento amigável) entre os reinos celestial e humano
Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com
os homens. Lucas 2:14
Após iniciar seu
ministério Jesus escolhe 12 discípulos e estabelece com eles relacionamentos e
laços de amizade, respeitando a característica do ser interpessoal de cada um,
com :
Simão Pedro uma amizade impulsiva, tinha sentimentos fortes,
era de decisão súbita e de ação rápida, com um perfil ativador, Pedro tinha o
senso do fazer rápido (urgente), ação e resultados era o que lhe motivava,
tinha iniciativa, prático, o mais impulsivo de todos os discípulos, vencer
desafios era com ele, autossuficiente. Suas qualidades eram fazer acontecer, de
fácil motivação e fazer o que for necessário. Seus pontos fracos eram:
explosivo, temperamento difícil, fazia do modo mais fácil, impaciente, ansioso,
inquieto, agia e depois pensava. Se motivava a resolver os problemas do seu
jeito.
João foi estabelecido uma amizade sensível e de bom
relacionamento foi considerado o discípulo amado pelo Mestre, acompanhou Jesus
em todos os seus momentos era confiável, recebeu a incumbência de cuidar da mãe
de Jesus, manipulador através dos sentimentos;
André ele estabeleceu uma amizade baseado na
organização, planejamento, metódico e previsível, tinha certeza e compreensão
exata das regras sem erros.
Tiago uma amizade pensadora com comportamento criativo e intuitivo, mas
sempre bem equilibrado e flexível.
Felipe uma amizade de comportamento detalhista, e organizadora e
metódico, tinha um jeito sistemático de cumprir suas funções.
Natanael tinha uma amizade comunicadora, com um comportamento tradicionalista,
sensível, de fácil relacionamento, buscava sempre harmonia no grupo, sempre
divertido e a felicidade acima dos resultados, tinha o reconhecimento do grupo
pelos seus serviços sociais aos familiares de todos os apóstolos. Um pouco
idealizador (Águia), pela descontração e falta de atenção para o aqui agora,
distraído e levado a liberdade de expressão. A ausência de controles rígidos
eram fatores que o motivavam.
Mateus tinha uma amizade contribuinte no grupo pela sua generosidade,
tinha qualidades de manter com facilidade uma comunicação harmoniosa com todos,
buscava a aceitação social
Tomé tinha uma amizade sempre movida pela ordem, controle e
segurança, tinha um comportamento detalhista e analítico, organizava e
planejava o itinerário dos apóstolos era um bom executivo, um excelente homem
de negócios, metódico leal e responsável, era do tipo lógico e cético sem
leviandade a ponto de duvidar da ressurreição de Jesus;
Tiago e Judas (Tadeu): Eram filhos de Alfeu, tinham perfis idênticos, uma
amizade com um coração grande, bom e generoso. Buscavam sempre a harmonia no
grupo, eram muito queridos por todos, tinham uma sensibilidade e simplicidade
muito grande, evitavam conflitos, eram prestativos
Simão (Zelote): tinha uma amizade ativadora, sua índole era inflamada, um
revolucionário radical, impulsivo e prático, era um rebelde iconoclasta, sempre
se identificou com o partido do protesto, era um homem de lealdade intensa, um
Judeu nacionalista e um entusiasta da salvação, vencer desafios era com ele,
com um senso de urgência em tudo, era de fácil motivação e fazia tudo de modo
mais fácil, era motivado a resolver as questões do seu jeito.
Judas (Iscariotes): Podemos deduzir com o fim de sua vida que jamais
teve um laço de amizade com Jesus, era criativo,
intuitivo e pensamento no futuro, um dos mais instruídos entre os discípulo,
tinha dificuldade de entender a si próprio e não era sincero ao lidar consigo
mesmo. Também tinha um lado organizador (Lobo) acentuado, eficiente, habilidoso
e com muito tato e paciência apurada, desempenhou com eficiência a função árdua
de tesoureiro do grupo apostólico, era um grande executivo, um financista capaz
e previdente, era de uma organização persistente, nenhum dos doze jamais
criticou Judas. Ele acreditava em Jesus, mas talvez não tenha amado o Mestre de
todo o seu coração como os demais. O caso de Judas ilustra a verdade daquele
versículo: " Há um caminho que parece justo para o homem, mas o fim dele é
a morte". O seu sentido de valores e lealdade era imperfeito.
Chegou um momento no ministério de Jesus (preste a sofrer
as angustias da crucificação) que estes relacionamentos, se tornaram tão
íntimos, que ele chegou a mencionar algumas palavras das quais um dos
discípulos deixou registrado Para a recordação dos onze e a Igreja, Sendo:
Ninguém tem
maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos. Vocês serão meus
amigos, se fizerem o que eu ordeno. Já não os chamo servos, porque o servo não
sabe o que o seu senhor faz. Em vez disso, eu os tenho chamado amigos, porque
tudo o que ouvi de meu Pai eu tornei conhecido a vocês.
João 15:13-15
Conclusão:
Caro ouvinte, Chegará um momento em sua
vida, que você precisará se decidir ao chamado deste Deus que te chama para um
relacionamento interpessoal. Talvez hoje seja o momento mais caótico da
história de sua existência e sem perspectivas de esperanças. Mas como diz a Bíblia
é no momento da Angústia que o amigo se torna um irmão.
O site: https://labfa.com.br/ pertencente a Frischmann Aisengart que
faz parte do grupo DASA, a maior empresa de medicina diagnóstica da América Latina
e quarta maior do mundo realizou um post em 20 de julho de 2020 (Data em que é
comemorado o dia do Amigo no Brasil), Este estudo que possuir um ciclo saudável
de amizades pode contribuir para:
Diminuição do risco de
doenças, pessoas solitárias, têm tendência
a se sentir mais indefesas, ter noite de sono ruins e sofrer de complicações
como estresse e ansiedade.
Alcance da longevidade.
Pesquisadores da Brigham Young University, nos EUA, fizeram um estudo e
concluíram que pessoas sem interações sociais durante parte de sua vida têm
impactos prejudiciais comparados aos de alcoólatras, obesos ou fumantes.
Aumento no seu otimismo.
Os sentimentos bons como a felicidade são sempre contagiantes,
foi o que comprovou o estudo das Universidade de Harvard e da Califórnia, nos
EUA. Por isso, compartilhar momentos bons com outras pessoas acaba criando um
efeito dominó de energias positivas, se seu amigo é otimista, a chance de você
começar a se tornar mais feliz é muito maior.
Coração saudável. A
amizade faz bem ao coração literalmente. Um estudo de dez anos da Universidade
Columbia (EUA) mostrou que nossas emoções, principalmente quando estamos
felizes em grupo, influenciam muitos nossos batimentos cardíacos, diminuindo a
probabilidade de doenças cardíacas e infarto em até 22%.
Compartilhamento de
sentimentos.
Um mecanismo natural dos seres humanos é a vontade
de dividir suas experiências, gostos, necessidades e sensações. Por isso, a
criação de uma cumplicidade e uma confiança pode fazer com que esse
compartilhamento de sentimentos de forma espontânea entre os amigos melhorem a
saúde mental de todos, fazendo com que os problemas, inseguranças e desafios
não fiquem acumulados, explica a psicologia Marina Vasconcellos.
Relações mais duradouras.
A amizade não está limitada apenas a vínculos
platônicos, mas ela dentro das relações amorosas é o grande segredo de uma
relação estável, duradoura e saudável. Se o casal é amigo; a união, a confiança
e a cumplicidade se tornam maiores.
Diminuição da depressão.
Ter o hábito de se relacionar com outras pessoas
e manter amizades são fatores muito importantes para se combater a depressão, o
isolamento e a baixa autoestima, principalmente nas fases de crescimento, em
que as amizades são fatores decisivos para os pequenos se desenvolveram
psicologicamente e se tornarem adultos mais felizes, segundo o estudo da
Universidade do Maine, nos Estados Unidos.
Físico em forma. Fazer
atividades em grupo é bem mais divertido, não é? Estudo da Universidade de
Bristol, no Reino Unido, mostrou que, se seus melhores amigos praticam
atividades físicas, as chances de você também sair do sofá são grandes. Tudo
por conta da capacidade de influência das amizades.
Se as amizades
com um semelhante, pode trazer tais benefícios, imagina a Amizade com o Deus
Criador? Ele promete:
Deus com
os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus
estará com eles, e será o seu Deus.
E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá
mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são
passadas. Apocalipse 21:3,4
Atenda ao
convite filho pródigo, e retorne hoje mesmo, ao relacionamento A Deus como de
filho, E a Jesus como Irmão e Amigo.